19 agosto 2008

This is the end...

Ok. Na vida tudo tem um princípio um meio e um fim.

Por aqui chegou ao fim.

Até á próxima.

06 junho 2008

Afinal ainda havia mais outra...

Sinceramente já nem sei o que dizer desta banda.

Por isso não digo nada.

Foi um prazer estar aqui.

04 janeiro 2008

Afinal havia outra...

Não! Não se trata de uma homenagem a essa autêntica diva das tardes de Big Show Sic (RIP) que dá pelo nome de Mónica Sintra.
"Afinal havia outra... Merda para nos atentar o cérebro".
Como se já não bastasse um verão de alheamento, passámos um Outono de indefinição, para agora estarmos em pleno Inverno de total negação.
Resumindo e concluíndo: como se diz por aí à boca cheia... "Estamos bem fodidos."
Não é por nada mas acho que o próximo post se arrisca a ser uma confirmação... A de só podermos ir no mesmo caminho do Big Show Sic: RIP.

Feliz 2008!!! Ou não.

10 novembro 2007

Abaixo a brejeirice, foda-se!!!!

Ora pois portanto é assim:
Por motivos de definição do caminho da banda, e para que não marrem connosco, todas as merdas que aqui estavam, como comentários, artigos de opinião e outras porras do género e que eram um tanto ou quanto brejeiros (mesmo a roçar o barrasco) foram apagados.
Quem não leu, lesse enquanto era tempo.

22 junho 2007

Update.

Olá.

Tchau.

19 maio 2007

Replay Band's Next Stop: Discoteca "A Padaria", Lousã.

A Notícia caíu que nem uma bomba:
A Replay Band, no dia 1 de Junho de 2007 vai tocar à Lousã, mais concretamente à Discoteca "A Padaria".
E não é que houve logo quem dissesse: "Fixe; vamos levar as bikes e já lá ficamos para no sábado fazer umas descidas de manhã."

Ainda estamos em negociações para saber se levamos os instrumentos todos, ou se levamos só parte deles para poder levar as bicicletas.
Mas no meio disto tudo há, não uma, mas duas coisas que são certas: é que no dia 1 de junho de 2007 vamos tocar à padaria (tocar na padaria, em certos sítios pode ser mal entendido), e pelo menos três de nós vamo-nos mandar serra abaixo por aqueles míticos trilhos, enquanto os outros dois andam com a carrinha para cima e para baixo a apreciar a paisagem, os veados, os javalis, os esquilos e os andorins...
Até lá.

Replay Band - Um momento de homenagem ao etílico nectar do Deus Baco no Convento de S. Francisco

Ah pois é...
Vai daí a ACIC (Associação Comercial e Industrial de Coimbra) promove uma iniciativa cheia de bom gosto a todos os níveis: Uma pequena e exclusiva mostra de vinhos da melhor selecção de todos os vinhos que se produzem neste país. Escolheu para o efeito o magnífico Convento de S. Francisco, em Coimbra, e entre os ilustres convidados musicais, resolveu solicitar a presença da Replay Band.
Dissemos "presente, e com todo o gosto..." Por causa do vinho, claro... Mas como tudo o que é, não é só, nem só o vinho nos levou ao convento de S. Francisco na noite de 18 de Maio de 2007. Achámos que toda a panóplia histórico-cultural tipicamente portuguesa (bom vinho, e um monumento degradado em lenta restauração), era perfeitamente contrastada por sonoridades originárias de outras paragens e de outras culturas. Assim, entre o vinho e convento, depois do fado e antes do Folclore, entendemos que teria todo o cabimento o contraste do nosso blues'n soul'n rock'n pop. Por isso aceitámos o convite.

A exclusividade da festa não nos deu a oportunidade de uma grande audiência, mas quem lá estava, estava de corpo e alma... e sempre homenagenado o convidado de honra da festa, ou seja, de copo na mão. O público parece ter gostado, os dignos responsáveis pelo certame confessaram-se estremamente agradados com a nossa perfomance, e quanto a nós, adorámos, como sempre.
Se sobre o evento em si nada mais há a dizer senão dar os sinceros parabéns, à ACIC, sobre o espaço em que aquele decorreu (e decorre até dia 20), há que dizer algo mais.
É uma pena ver um convento daqueles naquele estado. Bem sabemos que se têm encetado os mais diversos esforços para restaurar aquele maravilhoso espaço. Mas para poder ser visto, logicamente que as pessoas têm que estar vivas, e para isso têm que comer. Ora, se nem para esta necessidade básica a economia nacional está de feição, também se compreende que a prioridade não seja propriamente a de restaurar monumentos.
Mas dói ver aquilo assim... e de que maneira... Por isso, fazemos o seguinte apelo:
Vamos tratar os nossos monumentos como diz a Aretha com "Respect... Please."

07 maio 2007

Replay Band at Ritmus Café - By Phil Mycock

Temos a honra de publicar um excerto devidamente traduzido da crítica publicada hoje no site www.barcircuits.com com a crítica do enviado especial Phil Mycock para cobrir o grandioso evento que no passado dia 5 de Maio teve lugar no Ritmus Café.

"Quando entrei no bar fiquei surpreso. Nunca me passou pela cabeça que num espaço claramente pensado para o exercício de comércio, e a portas meias com uma loja de decorações, existisse um bar tão bem pensado. A fachada envidraçada, com uma secção de metais retratada onde supostamente seria uma montra expõe o produto Ritmus Café.
Humilde, mas grandioso. Espaçoso, mas acolhedor.
O bom gosto empregue, e claramente visível nos quadros que militam nas paredes, não resulta com clareza do simples - mas eficaz - anúncio que publicitava o evento do dia 5 de Maio: Replay Band ao vivo.
A simpática Barwoman pergunta-me o que desejo: Phil Mycock, eu, qual agente secreto e sem dizer ao que venho e o que faço, peço uma cerveja. Simplesmente uma cerveja.
Todo aquele ambiente pede-me para ter a simplicidade de pedir uma cerveja, mas de a degustar devidamente como se de um wiskey velho se tratasse. Tal como um quadro que, retratando uma mulher de costas, não me canso de olhar e que me prende a atenção e me tolda os sentidos, quase até à embriaguez, não obstante os meus esforços para lhe fugir.
Perdido nesta contemplação, vejo que é cerca de Meia-Noite e Meia quando a Banda dá início à sua perfomance. "Somos os Replay... Uno, Dos, Três, Quatro... Wooly Bully... Uma versão "vadia", perdida entre o Ska e Rock and Roll desse grande clássico já adaptado por Domingo Samudio.
E aí vão eles...
Quatro jovens do sexo masculino, encantam com a harmonia da sua voz nos coros - enquanto usam e abusam os respectivos instrumentos - a dar suporte à voz contagiante da líder da banda que não pede licença para puxar pelo público. Até que chega a hora de nos contar como conheceu o Louie, numa versão jazzística, completamente a jusante do original. A verdade é que não passa despercebida a clara ideia de executar a música como relata a letra: conheceu o Louie e estava com pressa para incendiar esta cidade. A execução é delatora da emotividade incontida que a letra da música contém.
Perto do fim, Replay Band mostra-nos um enorme "Respeito", lembrando e homenagenado a diva Aretha e a sua perfomance com os Blues Brothers. E foi a nossa altura de dizer: Respect...
Entretanto era notório o compromisso e a identificação com o Dublin Soul... Foi reconfortante ver que senivelmente a meio caminho de Dublin e da origem do Soul se homenageia esta corrente pelo recurso ás versões dos The Commitments.
Depois de uma incursão Funk pelos caminhos nem sempre claros e mais pesados de Alanis Morissete, Replay Band envereda por um encore, nada hard core, e dá por terminada a sua perfomace.
Numa Linha: Um Bar como a Banda convidada: simpaticos, simples e com bom gosto. Uma noite bem agradável.

Phil Mycock"

Retirado e traduzido de www.barcircuits.com/articles/2007/Replay_at_Ritmuscafé.html

O nosso muito obrigado à gerência do Ritmus Café, que nos recebeu de braços abertos. Um bar que se recomenda.
E ao crítco articulista, que volte sempre.